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sábado, 23 de junho de 2012

Descoberta de tumbas medievais reabre discussão sobre vampiros

(Fonte da imagem: Reprodução/El Mundo)
Arqueólogos búlgaros encontram mais túmulos com ocupantes sinistros.
De acordo com uma notícia publicada pelo El Mundo, um grupo de arqueólogos búlgaros encontrou uma tumba medieval cujo pobre ocupante parece ter recebido um “tratamento especial” antes de ser despachado para o além.
Segundo a publicação, ao abrir a sepultura, os pesquisadores observaram que o cadáver apresentava as pernas e os braços amarrados, presumivelmente para evitar que retornasse do mundo dos mortos. Esta não é a primeira tumba que apresenta sinais deste tipo, evidenciando o medo de vampiros.
Viagem sem volta
Os arqueólogos búlgaros já encontraram centenas de tumbas parecidas, todas curiosamente pertencentes a homens, sendo a maioria de aristocratas ou clérigos. E, além de braços e pernas amarrados, vários dos ocupantes também contavam com estacas cravadas no tórax e abdome, e até bolsinhas com moedas de prata para garantir que a viagem ao além seria só de ida!
Todas essas medidas, conforme explicaram os pesquisadores, serviam para assegurar que o morto — certamente uma pessoa muito malvada em vida — não se transformaria em um vampiro e retornaria para continuar atormentando a população.
O fascínio sobre a existência ou não dos vampiros ronda a humanidade há vários séculos e, depois de filmes, lendas e livros, a descoberta das tumbas na Bulgária reabre a discussão sobre a existência ou não desses seres. O último “vampiro” encontrado ficará em exposição no Museu Nacional de História em Sófia, a capital do país.

Fonte: El Mundo




quinta-feira, 22 de março de 2012

Colombiano constrói "puxadinho" na tumba da mulher.

"Até que a morte os separe” é para os fracos – para Alejandro Garcia, 84. é que não é

Quando começou, era apenas uma casinha de papelão: olha agora como está!
Alejandro Garcia, de 84 anos, ficou completamente devastado quando sua mulher. Maria Antonia, morreu de infecção pulmonar em 2007.
As coisas só ficaram piores quando seu filho morreu pouco tempo depois, vítima de leucemia.
Quando a maioria das pessoas pensaria em desistir de tudo e tomar atitudes drásticas, Garcia – que vive na cidade de  Tamalemeque, na Colômbia – se voltou para o lado certo.
Garcia parou de beber, parou de fumar e decidiu investir cuidadosamente os miseráveis R$ 145 que recebe do governo a cada dois meses.
Faz cinco anos que ele mora em uma casa que ele mesmo construiu, dentro do cemitério de  Tamalemeque, bem ao lado do túmulo de Maria Antonia.
Jose Manuel Pacheco, que trabalha no cemitério, disse ao jornal El Heraldo que Garcia recebe visitas todos os dias e que é uma figura bastante conhecida na cidade.
- Ele passa o dia todo aqui e só sai quando vai comer e, depois, volta para cá e fica cuidado da esposa.
Garcia diz que não vai parar de trabalhar na casa até o fim dos seus dias.
- A primeira casa que eu construí era de papelão e pedaços de madeira e, aos poucos, eu fui melhorando. Com o meu próximo pagamento, eu vou botar azulejos no chão.
Só o amor constrói, não?